quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

DA - Capítulo 2

~ 02 ~

Robert

O trânsito estava infernal, e isso estava acabando com meus nervos.

Meus dedos tornaram a apertar o volante, ao mesmo tempo em que meu celular iniciava mais um toque insistente, e eu não precisava agarrá-lo para saber quem estava tentando deixar minha vida ainda mais impossível do que ela já era.

A verdade é que Charlotte era uma companhia incrível se eu precisasse de alguma distração — o que não era o caso, nesse exato momento. Flertar com ela foi uma experiência, assim como flertar com qualquer outra mulher por quem eu me interessasse, e como tudo na vida, às vezes é preciso ir em busca de algo novo. Eu dediquei a Charlotte um mês inteiro do meu tempo, no entanto, minha mente agora estava em um par de pernas mais longo, vindo diretamente da França.

Sorri pensando em como seria agradável sentir as belas e delgadas pernas de Madeleine ao meu redor. Ela seria minha ainda esta noite, eu tinha certeza. Madeleine chegou ao país há uma semana, para um desfile de moda, e eu a quis desde o primeiro instante em que a vi do alto de seu 1.80m, desfilando seminua em uma passarela.

Como sempre acontece, Charlotte já havia perdido a graça, e a julgar por suas insistentes ligações na última meia hora, Rosalie, minha secretária, já teria deixado isso bem claro.

Outro toque.

Ou talvez não! — eu resmunguei para mim mesmo.

Tirei o celular do bolso do meu paletó, e apertei um número na discagem rápida.

— Sim, senhor Blackwell — a voz de Rosalie soou do outro lado após o primeiro toque.

— Eu disse para você mandar o tradicional cartão para a senhorita Charlotte Gray, não disse?

— E eu o fiz, senhor — Rosalie apressou-se em dizer com voz trêmula. — A essa altura, a senhorita Gray já recebeu um belo cartão de despedidas, junto com uma pulseira de brilhantes.

— E o que você me diz da encomenda para a senhorita Madeleine Sardou?

— O senhor a terá em mãos assim que chegar ao restaurante, Sr. Blackwell. Eu mesma fiz as reservas e mandei entregar um colar de esmeraldas.

— Esmeraldas? — inquiri confuso.

— Sim, senhor. Os olhos da Srta. Sardou são verdes — apontou.

Rosalie era eficiente, e quando finalmente entrasse de licença para dar à luz seu primogênito, eu teria problemas com a substituta.

***

— Está tudo perfeito, chéri... — Madeleine disse em seu acentuado sotaque francês.

Seus grandes olhos verdes varreram o local, analisando o requinte, e eu reconheci nela o mesmo brilho de interesse que havia em todas as minhas conquistas.

— Não mais que você — eu disse num sorriso lúbrico, recebendo um olhar igualmente lúbrico em retorno.

— Você é muito galanteador — ela disse sorvendo um pouco mais de champanhe.

— Apenas quando uma mulher realmente me interessa, Madeleine — murmurei.

— Devo supor, então, que eu desperto seu interesse?

— Assim como eu desperto o seu.

Madeleine voltou a sorrir, mostrando uma fileira de dentes perfeitos, e eu sabia que a noite estava ganha. Fiz um gesto em direção ao garçom sem tirar meus olhos de Madeleine e de sua pele perfeita. Recebi a conta e a deixei sobre a mesa junto com dinheiro mais que suficiente para saldar a dívida.

— Vamos? — chamei levantando-me e estendendo uma mão para Madeleine, que aceitou de muito bom grado.

Caminhamos juntos até a saída do restaurante, e ajudei Madeleine a entrar na limusine que nos esperava. Um brilho de triunfo passou por seu olhar quando ela se deu conta de tudo o que eu havia posto a seus pés essa noite.

Apenas essa noite! — eu disse a mim mesmo.

Um breve roçar dos meus dedos pela cintura de Madeleine informou-me que ela era magra demais, mesmo para uma modelo, mas ainda assim, era linda. E eu sabia que se já a achava linda agora, estaria ainda mais convencido quando suas roupas estivessem amontoadas em algum lugar da suíte que mandei Rosalie reservar no melhor hotel da cidade.

Eu gostava da parte da sedução, e eu podia ver que Madeleine não se oporia se eu a beijasse naquele exato momento, no entanto, eu queria adiar isso, até o instante em que o desejo fosse quase insuportável para ambos. Mas especificamente, até o momento em que estivéssemos a sós em nossa suíte.

E falando em suíte, Madeleine também adorou essa parte, em especial. Adorou todos os luxos e mimos que eu estava lhe proporcionando, e um leve sorriso se formou em meu rosto quando me lembrei de que, como todas as outras, ela tentaria me fisgar e, como eu fiz com todas as outras, eu iria dispensá-la. E bem depressa.

— Você gosta? — eu inquiri com uma voz rouca ao pé de seu ouvido, enquanto ela encarava a bela e espaçosa cama que dividiríamos em apenas alguns minutos.

— Muito — ela disse virando-se para mim, e uma centelha de desejo inflamou seus belos olhos verdes.

Meus lábios desceram sobre os dela, famintos, vorazes e exigentes. Nada delicados. As minhas mãos prenderam seus cachos loiros, sentindo-os imóveis e nada maleáveis, e amaldiçoei qualquer que fosse o tipo de produto que ela tivesse utilizado neles. Ignorei o fato de que seu gloss labial tinha um gosto horrível, lembrando a mim mesmo que nada é perfeito, e que a beleza feminina cobra um preço alto.

Meus dedos percorreram a pele exposta pelo decote do vestido nas costas de Madeleine, sentindo-a estremecer sob meu toque e beijando-me com mais volúpia, em resposta. Suas mãos deslizaram por meus braços e, mais que depressa eu as segurei, prendendo-as firmemente atrás de suas costas.

Eu tinha o controle, e não Madeleine.

Além do mais, como eu poderia estar certo de que aquelas mãos que me acariciavam, não estavam acariciando outro homem há pouco? Como eu poderia estar certo de que Madeleine não era tão nociva quanto as amantes que meu pai sustentava enquanto era casado com minha mãe?

O pensamento me fez apertar os pulsos de Madeleine com mais força, e ela soltou um gemido arrastado. Aquele ato lhe causava dor, mas eu sabia que também a excitava, e essa constatação se tornou irrefutável quando senti o corpo de Madeleine apertando-se ainda mais contra o meu. Impacientemente, puxei o zíper do belo e provocante vestido vermelho que ela usava, livrando-me dele. Enquanto eu prendia seus pulsos com uma de minhas mãos, com a outra eu explorei a pele alva e macia, provocando seus seios fartos e alongando seus mamilos intumescidos sob meus dedos.

— Rob... — ela murmurou enquanto eu explorava a pele de seu pescoço.

Afastei-me de Madeleine, mantendo suas mãos presas e a encarei. Seus olhos me encararam de volta, e eu os fitei firmemente.

— Sem diminutivos — disse-lhe secamente. — Odeio diminutivos, Madeleine.

— Chéri... — ela murmurou lubricamente. — Não me faça esperar mais, mon amour!

— Eu não farei.

Meus lábios voltaram para os de Madeleine, e sem mais delongas eu a levei para a cama, retirando a última peça de roupa que restava em seu corpo, e livrando-me das minhas logo em seguida. Eventualmente, eu deixei que suas mãos afoitas esbarrassem em meu corpo, mas apenas tempo o suficiente para fazer-me lembrar de que eu não deveria me importar com o prazer de Madeleine. O que importava era minha própria satisfação, e levar minhas mulheres ao clímax antes de mim era apenas uma parte de meu próprio prazer, um afago ao meu ego.

O corpo de Madeleine tremulou diversas vezes sob o meu enquanto ela murmurava palavras desconexas, então me deixei ir também, entregando-me à minha própria liberação e deleitando-me com meu próprio prazer.

Por alguns minutos, Madeleine e eu ficamos apenas em silêncio, esperando nossas respirações acalmarem-se ao passo que a letargia parecia ir embora, deixando em seu lugar o ressurgimento do prazer que pairou sobre nós instantes atrás.

Com renovado vigor, Madeleine e eu nos satisfizemos um do outro até que a noite adentrou a madrugada, e minha bela francesa se rendeu ao cansaço.

Com uma lentidão deliberada, eu me levantei da cama e fui para o banho, aproveitando os efeitos da água quente no momento pós-coito. Tornei a vestir minhas roupas, tendo o cuidado de retirar o colar de esmeraldas que Rosalie comprou para Madeleine em meu nome, deixando-o sobre o travesseiro que eu deveria ocupar, junto com um bilhete que dizia:

Cara Madeleine,

A noite passada foi realmente uma prazerosa experiência para ambos, mas foi apenas isso... uma noite.

Com as esmeraldas eu espero estar agradecendo-lhe adequadamente pelos momentos compartilhados até então, deixando claro que eles não voltarão a se repetir.

Não tenha pressa em sair do hotel, afinal, as despesas serão por minha conta. Desfrute de um saboroso desjejum e encontre alguma ocupação divertida até o horário do almoço. Pelo que sei, o restaurante do hotel tem excelentes pratos franceses, e você poderá matar as saudades de casa enquanto saboreia seu almoço.

Atenciosamente, Robert Blackwell.

Descansando o bilhete sobre os travesseiros, dei uma última olhadela em Madeleine, feliz por ela ser uma estrangeira que já estava com os dias contados no país.

***

Depois de uma noite praticamente insone, levantei-me a fim de ir ao escritório, afinal, sempre estive ciente de que meus hábitos noturnos não deveriam interferir nos negócios.

Uma rápida olhadela no relógio indicou-me que, provavelmente, Madeleine ainda não estaria acorda. Um sorriso irônico instalou-se em meu rosto ao pensar em sua expressão ao despertar e perceber que eu a deixara sozinha. Bom, não deveria ser muito diferente da expressão que as mulheres que tive antes dela costumavam fazer.

Num falso gesto de desapontamento, balancei a cabeça de um lado para o outro enquanto dirigia rumo ao trabalho. Por que belas mulheres costumavam superestimar seu poder de sedução? De fato, cortejá-las era apenas um caminho que eu precisava percorrer quando desejava levá-las para a cama. Depois que meu objetivo era alcançado, continuar com os gracejos era perda de tempo.

Bem como partilhar a cama após o sexo.

Eu odiava partilhar o que quer que fosse, e conseguia lembrar-me exatamente onde e quando esse sentimento teve início. Há exatos trinta anos, quando tive que partilhar o ventre de minha mãe com meu irmão gêmeo, Matthew.

O pensamento fez-me apertar o volante com mais força, mas eu não o detive. Era sempre bom lembrar o porquê de eu não ter derramado uma única lágrima quando meu pai faleceu há pouco mais de um mês.

Matthew nasceu com duas horas de antecedência em relação a mim, tornando-se o primogênito e, consequentemente, o favorito de nosso pai. Como éramos gêmeos fraternos, parecíamo-nos tanto quanto qualquer outro par de irmãos. Nossas diferenças físicas tornavam Matthew muito parecido com nossa mãe, Alexandra, enquanto eu me parecia muito mais com nosso pai, Frederick.

Pela lógica, eu deveria ser o favorito, afinal, era eu quem mais lembrava o imponente Frederick Blackwell. No entanto, vindo de uma tradicional família britânica, Frederick valorizava muito a questão da primogenitura, e nesse quesito, Matthew tirava vantagem sobre mim.

Nós nascemos em Londres fruto de um casamento de aparências, e não do amor. Lembro-me de como minha mãe costumava se esforçar para que meu irmão e eu não presenciássemos nenhuma das inúmeras discussões que ela protagonizava juntamente com Frederick, mas ela nem sempre obtinha êxito em sua empreitada.

Alexandra era uma mãe dedicada e amorosa, contudo, e não fazia distinção entre Matthew e eu. Frederick era quem costumava fazê-lo, deixando bem claro que Matthew deveria ser mais bem tratado, porque seria ele a assumir seus preciosos negócios de família. Negócios esses, que ruiriam em poucos meses se meu avô materno não tivesse concordado em comprar parte das ações e passá-las para o nome de sua única filha solteira — minha mãe.

Foi por isso que meus pais se casaram. Para que a empresa não saísse do controle dos Blackwell. Desse modo, Frederick continuaria sendo o sócio majoritário e, consequentemente, não teria que renunciar à presidência da companhia fundada por seu avô.

Sete meses após o casamento de meus pais, minha mãe engravidou, mas a situação desse acordo denominado casamento já estava em crise. Meu pai mantinha amantes. Muitas. E minha mãe sabia, senão de todas, mas de uma grande parte delas.

Matthew e eu éramos pequenos demais para entender tudo o que se passava naquela época, no entanto, nós achávamos um pouco curioso o fato de nossos pais brigarem tanto.

Lembro-me de que Frederick costumava brigar com minha mãe por minha causa. Ele odiava o fato de eu demonstrar mais interesse por atividades ao ar livre ao invés de preferir ficar trancafiado em casa com algum jogo metódico. Quando a fria cidade de Londres permitia, mamãe levava a mim e a Matthew para piqueniques, e passávamos toda a tarde desfrutando de ar puro e da companhia de outras crianças.

Essas eram as únicas ocasiões em que minha mãe ria de forma genuína.

Matthew também aproveitava ao máximo esse tempo longe de Frederick, porque era o único momento em que ele se atrevia a ser ele mesmo. No restante do tempo, ele costumava falar e agir como Frederick exigia que fosse.

Ao menos posso dizer que saí ileso desse jogo de manipulação. Talvez seja por isso que Frederick sempre me detestou: por eu não priorizar suas vontades, mas as minhas próprias.

Quando Matthew e eu tínhamos cinco anos de idade, Alexandra deu à luz a Elizabeth, e ela encheu nossa casa de alegria. Por alguns meses.

O casamento desastroso de nossos pais tornava o clima pesado de qualquer forma, então nós éramos obrigados a encontrar nosso próprio modo de diversão, que ganhou um significado mais abrangente quando Frederick nos levou à Espanha em uma de nossas viagens de verão.

Era um lugar excelente, com belas praias e sol. O clima agradável parecia deixar tudo mais leve, inclusive a expressão no rosto de Alexandra. Acho que nem mesmo quando Elizabeth nasceu, três anos antes, vi minha mãe sorrir com tanta frequência e espontaneidade.

Eu realmente gostava daquele sorriso.

Minhas memórias daquele verão são sempre de momentos leves e felizes, até o instante em que Matthew me convidou para ir com ele até o mar. Frederick estava distraído em uma de suas ligações de negócios, enquanto mamãe trocava as fraldas de Elizabeth.

Era o momento perfeito para duas crianças de oito anos escaparem!

Matthew e eu estávamos brincando, mas veio uma onda forte e acabou nos levando um pouco mais para o fundo. Meu irmão era um péssimo nadador, e em seu desespero por sair depressa da água acabou frustrando todas as minhas tentativas de salvá-lo.

Quando percebi que jamais conseguiria arrastá-lo comigo até a praia, desvencilhei-me de suas mãos que tentavam me segurar em busca de ajuda e nadei de volta à praia. Vasculhei o lugar com os olhos por alguns instantes, e quando encontrei Frederick ainda ao telefone, corri até ele, contando o que havia acontecido com Matthew.

Frederick tampouco sabia nadar muito bem, então pediu ajuda a alguns banhistas, atrapalhando-se com a língua estrangeira. Ainda assim, eles conseguiram tirar Matthew da água.

Mas não com vida.

A partir daí os acontecimentos tornaram-se um pouco turvos, no entanto, lembro-me bem de quando Frederick disse que eu havia matado meu irmão. Lembro-me das lágrimas desesperadas de minha mãe, de minha família deixando a Inglaterra e indo viver nos Estados Unidos, e lembro-me com clareza de ter sido levado para um colégio interno.

Eu recebia uma única visita no ano, quando Frederick mandava seu motorista buscar-me a fim de que eu passasse os feriados de fim de ano em casa. Mamãe sempre me sorria e dava-me presentes, tentando fazer com que eu me sentisse em casa. Quando as festividades acabavam, ela e Elizabeth me abraçavam forte, e minha irmã caçula implorava-me para ficar. Mas eu simplesmente não podia.

Ver minha mãe e minha irmã chorarem minha ausência fez com que eu deixasse de amar o meu pai. Quando cheguei à adolescência e percebi as traições de Frederick, a ausência de amor transformou-se em raiva, que evoluiu para ódio quando, aos dezoito anos, descobri que Frederick tinha dois filhos bastardos com uma de suas amantes. Sua até então secretária.

Aquele foi um período difícil. Eu estava de volta em casa, cursando a faculdade, e mamãe estava em profunda depressão, que teve um agravante quando ela também descobriu sobre os filhos bastardos do marido. Ela não viveu muito mais tempo depois disso.

Depois de tornar-se viúvo, Frederick tentou convencer-me a me casar com uma das filhas de algum de seus sócios no intuito de fazer-me seguir seus passos, administrando sua maldita empresa e tirando-me da mansão onde vivíamos. Possivelmente para levar seus filhos bastardos e sua amante asquerosa para viverem lá. Mas eu não permitiria que ele sujasse a memória da minha mãe, nem tampouco seguiria os passos dele, sob nenhuma hipótese! Eu não me opunha em flertar com nenhuma das garotas que ele me empurrava, ou levá-las para passear, porque eu também precisava de alguma diversão. Mas isso era tudo.

Eu segui meu próprio caminho, construindo meu próprio império, ditando minhas próprias regras e mandando em minha vida, sem jamais ter dado a Frederick Blackwell o prazer de render-me à suas vontades.

Ao menos até agora.

DA - Capítulo 1

~ 01 ~

Melinda

— Você consegue acreditar nisso? Quer dizer: qual o problema com os homens ricos, bonitos e solteiros dessa cidade? Eles não existem, ou eu não sou boa o bastante para eles?! Por favor, eu sou bonita, não sou?

MVE - Capítulo 9

Notas iniciais do capítulo

Eu sei que demorei, por isso o capitulo esta apenas com um pov narrador.
Um olhar amplo ao que acontece em volta da Bella, espero não demorar tanto assim com dela e não me matem por isso!



POV NARRADOR
Há alguns quilômetros de centro de Seattle, Riley esperava por sua amada. As lembranças de Victoria se despedindo para uma reunião o havia deixando irritado, ciumento e desconfiado, mas sem opções permaneceu verificando os recém criados e buscando mais humanos para serem transformados, ocupando o lugar dos muitos que morriam por suas mãos e entre brigas durante caçadas.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Nosso Segredo


Alice é uma adolescente apaixonada pelo pai de sua melhor amiga, nutre esse sentimento desde que se entende por gente. Refreou tudo o que sente por Jasper, mas chegou á um ponto que não conseguiu mais.
Sem reservas e segura de que sua amiga estará ocupada por muito tempo com o namorado, ela entra em seu lugar dos sonhos, tendo Jasper todo para ela.

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo
Personagens: Alice Cullen, Jasper Hale
Gêneros: Hentai, Romance
Avisos: Sexo

Capítulos: 1 (2.329 palavras) | Terminada: Sim
Publicada: 04/09/2013 às 20:56 | Atualizada: 04/09/2013 às 20:56

Notas da História:
*Enredo original e totalmente meu
*Personagens não me pertencem
*Plagio é crime, não seja burro!
*Betado por JiPL

Capítulos

1. Nosso segredo

NS - Capítulo 1

Notas iniciais do capítulo

Então meus amores, eu estou fora por motivos - quase - conhecidos.
Entre um tempo - raro - livre e outro, eu escrevi algumas ones, nada muito longo, algumas são de minhas fantasias pervas - poucas foram realizadas - que eu venho compartilhar com vocês em forma de ones.
##
PS: Esta não é uma delas- infelizmente minhas amigas não tinham pais gostosos e viúvos para que eu atacasse - mas surgiu em minha mente



Eu já não aguentava me segurar, eu o queria. Sei que ele poderia me enxotar no mesmo instante, mas eu sei o que eu sinto e o quanto preciso dele. Estou e sou perdidamente apaixonada por Jasper, que também é pai da minha melhor amiga.
Bom, a Rosalie nem desconfia disso. Neste momento ela está na lavanderia com Emmett. Certamente eles já estão fazendo o que eu pretendo começar a fazer. Respiro fundo e adentro o grande corredor. Rosalie havia dito que ele chegou há poucas horas e que deveria estar dormindo.
Eu tinha que vigiar.
Não há amiga melhor que ela e está me dando nas mãos tudo o que eu sempre quis. Não que eu tenha feito algo quando dona Maria era viva. Isso nunca me passou pela cabeça. Até porque eu era pequena demais. Contudo foi impossível não reparar em sua voz, em sua postura imperial: postura e músculos conquistados com seu cargo de Major.
Cheguei a frente à porta e meu corpo tremeu com o medo. Eu faço ou não? Quantas chances eu tive em todos esses poucos anos que me descobri sendo dele? Três, no máximo! Vamos lá Alice, é o Jasper. O seu Jasper.
Respirando fundo enlacei a maçaneta, estava só encostada. Entrei a passos sorrateiros. Suspirei ao encontrá-lo esparramado sobre a cama de casal. Suas costas nuas bem a minha disposição. Removi minha bota em silencio e desfiz a amarra da minha gravata, tirando minha blusa e removendo o sutiã.
Claro que não ficaria nua assim de cara. Apenas removi o sutiã, recolocando minha blusa e abotoando apenas um dos botões, deixando a gravata por dentro. Iria remover minha calcinha, mas parei ao ver o espelho em frente a cama e tive uma ideia. Apenas removi o short que usava em baixo da saia.
Sem conseguir me conter mais e com medo de perder a coragem, comecei a me aproximar da cama, subindo devagar. Corri meus dedos por sua perna grossa, espalmei minha mão minúscula por sua bunda durinha e bem desenhada. Céus! Este homem é um pecado. Sem cueca? Eu vou morrer!
Jasper se moveu, virando e me deixando com toda aquela vista. Eu queria prová-lo, saber que serei capaz de lhe dar prazer. Por causa da vida extremamente ativa e criativa de Emmett e Rosalie, eu vi muitos vídeos adultos com ela. E apesar de não ter vivido nada, também não me assusto com qualquer coisa!
Movi até ficar sobre seus joelhos. Lentamente, para não despertá-lo, desfiz o laço de sua calça de dormir. Estiquei para que ela ficasse larga e com muito cuidado toquei a barra, afastando o tecido de sua pele. Voltei meus olhos para seu rosto. As feições firmes, másculas, os lábios carnudos, o queixo proeminente e com aquele furinho que o deixava ainda mais charmoso. O peitoral coberto de fios dourados que morriam no paraíso que irei descobrir agora.
Abaixei o tecido e um grande volume se fez presente. Seu membro grosso, estupidamente grosso saltou. Congelei quando sua mão passou pela lateral do tecido. Pensei que havia acordado e me expulsaria, mas só fez auxiliar minha investida descendo o tecido e resmungando algo.
Com tudo em minha frente não foi preciso pensar. Se ele fosse me expulsar, ao menos terei a lembrança de seu gosto em minha boca. Circulei seu membro com minha mão pequena e me inclinei. Passei a ponta da língua por sua glande e ouvi um gemido seu. Esta é a hora garota! Mostre do que é capaz.
Abocanhei seu membro até onde coube, moldando minha boca para melhor abrigá-lo e chupei, fazendo pressão. Senti sua mão monstruosamente enorme em minha nuca, seus dedos enredaram por meu cabelo e passou a ditar a velocidade.
Ele está gostando! Eu queria olhar seu rosto, ver como é sua expressão... Senti seu corpo se inclinando. Ele estava sentando. Certamente queria olhar o reflexo do espelho e não me fiz de rogada, abrindo mais as pernas e empinei minha bunda.
— O que eu fiz para receber um presente desses? — Diz batendo em minha bunda. — Quem é você? — Disse e tentou me puxar, mas afundei meus dedos em sua coxa e aumentei a velocidade.
Mas alguns minutos entre pressão e lambidas e seus gemidos ganharam forças. Eu não sabia o gosto de um gozo, mas Rose já havia me dito: “relaxar, enfiar até a garganta e deixar descer direto, sem vomitar”. E foi o que eu fiz. Quando seus gemidos se tornaram gritos soube que logo ele gozaria. Afundei em minha garganta e massageei suas bolas enquanto relaxava. Segundos depois senti jatos quentes rasgando minha garganta.
Seu carinho em minha nuca deixaram claro que ele havia terminado, fui o removendo com cautela, lambendo seu membro, limpando os resíduos de seu gozo. Ainda dei uma lambida em suas bolas, respirei fundo e me ergui lentamente. Com minha mão ainda em volta de seu membro.
Primeiro, Jasper me olhou incrédulo.
Segundo, se afastou com rapidez, cambaleante, arrumando seu membro dentro da calça.
Terceiro, xingou nomes que não me lembro de ter ouvido antes.
— Como entrou aqui? Enlouqueceu, garota? — Me olhava perplexo.
— Até alguns segundos atrás não se...
— Não se atreva a terminar essa frase! Você é uma criança. A amiguinha da minha filha!
— Eu já sou adulta! — Cuspo levantando na cama e desabotoando minha blusa, enquanto isso. Seus olhos seguiram por meu corpo.
— Você quer me destruir? Acabar com minha carreira? Ver-me preso por corrupção e aliciamento de menor? — Gritava cantando minhas roupas e jogando em mim.
— Ninguém saberá se não contar! — Digo descendo da cama. — Pare de gritar também! — Digo indo para sua frente. — Rose pode nos ouvir. — Sussurro pondo minhas mãos na cintura e sorri ao ver seus olhos fixos em meus seios à mostra. Eu não fui dotada em altura, mas pelo menos tive sorte com meus seios grandes, redondinhos e com mamilos caramelos. Do jeito perfeito para suas mãos enormes. — Eu não quero nada disso. — Digo tocando seu queixo com a ponta dos meus dedos, descendo por seu corpo, até não precisar mais ficar nas pontas dos pés. — Tudo o que eu quero é te amar e ser amada por você. Eu sou sua, Jasper! — Digo removendo minha blusa, espalmando minha mão por seu abdômen.
— Você é completamente tentadora... — Resmunga cobrindo minhas mãos com as suas. — Eu amo o que eu faço. Minha vida, minha filha... E tocar você é perder tudo isso. — Não consegui esconder meu sorriso.
— Então também me quer?
— Querer não é poder.
— Sim, é! Eu não vou contar a ninguém, Rose está... Conversando com uma pessoa. Ela não virá tão cedo. Somos só nos dois, sempre. — Sussurro tentando ser sensual e levo uma de suas mãos ao meu seio. — E continuará assim, meu amado Major!
No outro segundo, sinto um aperto em meu seio, uma mão em minha bunda, o chão some sob meus pés e seus lábios devoram os meus. Algo macio me abriga, seu corpo cobre o meu. E quando fiquei sem ar, seu lábios libertam os meus e foi impossível não gemer alto quando sua boca devorou meu seio, chupando com força.
Suas mãos me arrancaram outro gemido ao ter um seio massageado e seus dedos afastaram minha calcinha e me tocarem. Arfei me abrindo mais e movendo meus quadris de encontro aos seus dedos.
— Eu vou pra cadeia por sua causa, menina. Mas não vou parar! Vou devorar cada parte sua. — Disse rouco em meu ouvido. — Eu não vou parar de me afundar em você. — Prometeu rasgando minha calcinha. — Nem mesmo depois de você gritar meu nome! — Terminou mordiscando meu pescoço.
— Isso é tudo o que eu peço, Jazz. — Foi só o que eu consegui pronunciar.
Seus dedos enormes trabalharam com maestria em meu centro, eu me sentia encharcada. Dava para sentir o quanto eu melava seus dedos. Um dedo seu se infiltrou em meu interior, um desconforto me atingiu.
— Você é virgem? — Perguntou assustado. — Claro que é! É uma garotinha. —Disse e tentou se afastar.
Segurei o pulso de sua mão que estava em meu centro e afundei meus dedos por sua nuca.
— Uma garotinha não saberia chupá-lo e beber do seu leitinho. — Digo essa parte sorrindo. — Tão bem quanto eu!
— Você é virgem, Alice.
— Ora Major, acha mesmo que acreditarei que sou a primeira virgem que tem em sua cama? Sou virgem por opção, por ter me guardado para você. — Sussurro encostando-me na sua barriga definida.
— Minha ninfa! — Retrucou dando-me um selinho.
Desceu por meu pescoço, entre o vão dos meus seios, descendo beijos molhados por minha barriga. Meu ventre vibrou ao sentir seus dentes rasparem de um lado ao outro. Continuou descendo, não por meu centro, mas por minhas pernas. Beijando molhado e chupando, mordiscando a parte interna de minha coxa.
Seus dedos voltaram a trabalhar em meu centro, uma sensação diferente me dominando. Eu ouvia ao longe meus gemidos, uma pequena parte consciente de manter o ar entrando e saindo e outra parte ligada as suas caricias. Seus lábios cobriram meu seio, nunca deixando de trabalhar em meu clitóris.
Eu tentava levar minha mão ao seu membro, mas então suas mãos puxaram as minhas por sobre minha cabeça. Sorriu debochado e se pôs entre minhas pernas. Seu membro avantajado chegando a ser absurdo, eu nunca teria espaço para abrigá-lo. Neste momento o medo me dominou. Eu vi por um minuto o ferrão de uma arraia, céus! Aquilo tudo pode até não doer muito pra entrar, mas aquela glande fará um estrago ao sair!
— Vem me sentir. — Rosnou.
Segurou em meus pulsos com apenas uma mão e com a outra me ajudou a separar minhas pernas, no outro segundo senti um ferro em brasa em meu centro. Abri-me mais — ao menos o máximo que meu corpo minúsculo conseguia sem causar desconforto —, seu sorriso tocando em minha pele.
Gritei entorpecida quando literalmente ele me deu uma porretada. Eu senti aquela brasa em meu centro e meu ventre pulsou forte. Ele se afastou e apertou sua glande em meu clitóris e tudo triplicou. A pressão começou, meu primeiro orgasmo. Sorri boba ao sentir meu liquido escorrer em nossos sexos. Quando voltei a ouvir o que acontecia ao meu redor, Jasper estava ajoelhado na cama.
Terminando de enrolar o preservativo por seu membro proeminente e voltou a cobrir meu corpo com o seu. Lambeu meus seios, separou minhas pernas e se posicionou. Seus cachos dourados roçaram em meus seios, causando arrepios de desejo.
— Pode doer um pouco. — Avisou deslizando a ponta dos dedos sobre minha bochecha.
— Eu já imaginava. Você é muito grande! — Sussurro em resposta.
— Relaxa! — Soprou em meu ouvido, se posicionou em meu centro.
Fiz o que pediu.
Tentei relaxar e deslizei meus dedos por seus braços, suas costas, me abrindo mais. Seus dedos voltaram a trabalhar, a ficarem ensopados e segundos depois senti que arremetia seu sexo para meu interior. Então todos os sentidos ficaram fortes, senti-me rasgar.
Seu membro abrindo caminho sem piedade, impossível não gemer com o leve desconforte proveniente de seu membro me rasgando.
Seu tamanho era incabível, não movi um musculo por estar tomada pelo medo de tudo piorar e ser rasgada. Jasper se antecipou, mexendo em meu interior. Eu sentia cada pedaço, em cada canto de minhas carnes, raspando. Meu corpo tremia violentamente. Seu sorriso se transformou em uma gargalhada.
— Tão pequena, fogosa, feiticeira... Perfeita pra mim! — Sussurrou cobrindo meus lábios em seguida.
Seu corpo ondulou sobre o meu. Ainda conectados seu corpo chocando-se ao meu, me levando para a mesma dança. Eu só queria mais, muito mais. Aos poucos arremeti de encontro ao seu quadril, rebolei na direção contraria a sua. A pressão se tornou insuportável quando seus lábios quentes e gostosos tomaram um dos meus seios. Meus gemidos tornaram-se gritos, eu poderia ser considerada uma cadela no cio.
Sua mão enorme cobriu minha boca com certa força, em uma tentativa de abafá-los. Seu corpo passou a socar o meu, a cama protestava sob nosso enlaço. Algo rompeu em meu interior e senti que minha alma foi junto.
Mais algumas estocadas e seu corpo relaxou sobre o meu.
Quando voltei a mim, seus mares esverdeados me estudavam. Um grande sorriso bailando em seus lábios vermelhos. Ao qual retribui imediatamente. Deslizei minhas mãos úmidas por seu rosto suado, removendo as gotículas de sua testa, nuca. O sorriso nunca deixando meu rosto.
— Esse é o melhor momento da minha vida! — Sussurro. — Quero que esses momentos durem para sempre.
— Eu quero muito, mas não devo. Será impossível voltarmos a ter um momento como esse. — Garante alisando meus seios com as pontas dos dedos.
Deu-me um beijo na testa e se removeu de meu interior, meu corpo tremeu em agonia. Minhas mãos formigaram em busca de seus braços. Apenas respirei fundo em busca de paciência e calma. Ele seguiu para seu banheiro, pude ouvir o chicotear do látex. Com preguiça ergui-me e pude ver minha virilha manchada de sangue, assim como um pequeno circulo no lençol, levantei e removi o tecido.
Quando virei para seguir para o cesto de roupa suja, me senti ser erguida.
— Não consigo pensar em mais nada que não seja me afundar em você!
— Eu sou sua, sempre serei. Resta saber se me quer? — Tentei não soar como uma suplica, mas foi impossível.
— Você é de menor, Alice. Apenas isso. — Justificou ele pegando o lençol em meu braço. — Se imaginarem o que aconteceu aqui, eu serei um homem morto.
— Ninguém precisa saber. Esse pode ser nosso segredo. — Jasper fitou-me por muito tempo, sorriu e me abraçou forte.
— Sim! Pode ser nosso segredo!


Notas finais do capítulo

Espero que tenham gostado!
Mereço comentários e possíveis recomendações?
Isso eu deixo á cargo de cada um, e de acordo com a aceitação desta, eu volto - sem data marcada - para postar outra one!
beijos meus amores

MVE - Capítulo 8

Notas iniciais do capítulo

Olá meus amores, aqui é a Edwina! :*
Após tanto tempo, estamos de volta.
Não sei com qual frequência, mas assim que tivermos o próximo capitulo pronto, voltamos.
Estava com tanta saudade das postagens, dos comentários...
espero que este novo capitulo traga ao menos uma recomendação, a primeira de muitas, espero.
Eu tentei deixar maior, mas foi o que deu... o próximo trará um grande acontecimento...
chega de enrolação e bora ler
***leiam as notas finais!****



POV Bella
http://www.kboing.com.br/demi-lovato/1-1261162/
Aos poucos minha consciência voltava e com ela as lembranças. Pisquei meus olhos ao encontrar a escuridão, levantei-me de imediato, minha mente demorando a reconhecer o lugar, um movimento ao meu lado, no chão, me assustou. Jacob estava deitado no chão de madeira, jogado de qualquer forma. Pela luz, ou ausência da mesma, eu já não tinha chances. Uma dor cresceu em meu peito, me sentia em carne viva.

Visitas ao Amigas Fanfics

Entre a Luz e as Sombras

Entre a luz e a sombras. Confira já.